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Zona Verde do Coronavírus em SP

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Zona Verde COVID – Plano São Paulo de combate ao coronavírus

Pela primeira vez, o estado de São Paulo tem uma região que cumpre os requisitos mínimos de capacidade da rede hospitalar e evolução no combate à pandemia para figurar na fase verde do plano de retomada das atividades sociais e econômicas.

Trata-se da microrregião Norte da Grande São Paulo, que só não avançou de fase porque em 27 de julho o governo estadual mudou a regra. Desde então, para haver progressão à fase verde, um local precisa permanecer 28 dias na fase amarela. Fazem parte desta região as cidades de Mairiporã, Franco da Rocha, Cajamar, Francisco Morato e Caieiras.

O Plano São Paulo, programa estadual de retomada, prevê cinco fases: a vermelha é a situação mais preocupante em relação à pandemia do novo coronavírus e impõe mais restrições à população; em seguida aparecem a laranja, a amarela, a verde e a azul. A última fase é para quando o cenário estiver controlado. A dinâmica do plano prevê possibilidade quinzenal de evolução do enquadramento de cada região. Na atualização de 7 de agosto, a microrregião Norte da Grande São Paulo foi classificada como laranja, que é considerada uma etapa de “controle”. Ontem, os resultados dos cinco itens avaliados eram suficientes para fase verde, considerada de “abertura parcial”

Fase vermelha

Fase de contaminação com liberação apenas para serviços essenciais como hospitalares e alimentícios, por exemplo.

Fase Laranja

Fase de atenção com eventuais liberações. Atividade com atendimento presencial liberadas: shoppings, galerias, comércio e serviços. Devem funcionar com capacidade limite de 20%. Com horário reduzido de 4h seguidas todos os dias da semana ou 6 horas seguidas em 4 dias da semana (desde que suspenso o atendimento presencial nos outros 3 dias).  Proibição de praças de alimentação e obrigatoriedade de adoção dos protocolos padrões e setoriais.

Fase Amarela

Fase controlada, com maior liberação de atividades. Capacidade máxima permitida de 40%. Horário reduzido para 6 horas por dia. Permitido praças de alimentação ao ar livre ou arejadas e necessária adoção dos protocolos padrões e setoriais. A partir da fase amarela são permitidos a abertura de: bares, restaures e similares (consumo local), salões de beleza e barbearias, academia e centros de ginástica, eventos, convenções e atividades culturais. Porem eventos que gerem aglomerações como shows, por exemplo, não tem previsão de volta em nenhuma das fases do Plano São Paulo – por enquanto. 

Na fase amarela o consumo local deve funcionar apenas até as 17h podendo funcionar até 22h se a região estiver ao menos 14 dias seguidos na fase amarela. No caso de academias deverá funcionar com agendamento prévio e hora marcada, permissão apenas de aulas e práticas  individuais, aulas e práticas em grupo são suspensas. No setor de eventos e atividades culturais também devem ter os seguintes cuidados adicionais: controle de acesso; vendas apenas online, hora marcada e assentos marcados, assentos e filas com distanciamento mínimo e por fim, proibição de atividades com público em pé.

Fase Verde

Fase decrescente, com menores restrições. Capacidade 60% limitada e adoção dos protocolos padrões e setoriais.  Nessa fase, atividades culturais e eventos deve ter obrigação do controle de acesso com venda apenas online e hora marcada; também deve ter fila com espaços demarcados e distanciamento mínimo. 

fonte: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/08/22/pela-primeira-vez-uma-regiao-atinge-indices-para-avancas-a-fase-verde-em-sp.htm

 

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